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DM Jon
Posted by the GM
Champions of the Coast
Episode 006: Greenest in Flames
Campaign Date: Eleasis 29-Marpenoth 26, 1489 DR
Adventure Date: Saturday, September 15, 2018

Episode Recap:
The heroes arrived in Baldur’s Gate and said farewell to Keelin, Gier and their employer for the past 49 days, Quinn, who gladly paid them for their service. The companions celebrated Balamin’s 11th birthday with a feast generously paid for by Delg. During the celebration, Baltrex met a merchant who mentioned that many small communities to the south and east of Baldur’s Gate had recently been raided by the Cult of the Dragon; each picked clean of their valuables.

The adventurers left Baldur’s Gate and set out for the town of Greenest. Late in the evening on the 26th of Marpenoth, they found Greenest under attack by cultists, mercenaries, kobolds and a blue dragon! The heroes rushed into the besieged town and headed toward a stronghold situated atop a small hill near the center of town. On their way, the companions came upon a young family pursued by a pack of bloodthirsty kobolds. The adventurers dispatched the reptilian creatures, rescued the family and then made their way to the garrison.

Inside the fortress, the heroes met a pair of individuals in charge of Greenest; Governor Nighthill and the dwarven castellan named Escobert the Red. They were shocked by the sudden attack and desperately sought to understand why. The companions, accompanied by the governor and castellan, surveyed the town from atop the keep and noticed a stately female dressed in purple robes overseeing the attack. She was accompanied by a half-blue dragon warrior and a dozen or more well-armored kobolds.

Governor Nighthill observed an enemy force bearing down on the temple to Chauntea and begged the adventurers to help. The keep was surrounded but Escobert recalled an old, unused tunnel beneath the fortress that led to a stream to the southeast. The heroes used this tunnel to exit the stronghold and make their way to the temple where they battled cultists and kobolds attempting to burn it down.

Episode Highlights:
  • While in Baldur’s Gate, Baltrex wrote a note to Amara inquiring if the bandit showed up. He paid a caravan guard heading north to Neverwinter 5 gp to deliver it.
  • Balamin spent a few days at a shrine to Bahamut in Baldur’s Gate. While there he learned that a month ago, a small group of monks led by a half-elf named Leosin Erlanthar was in Baldur’s Gate asking questions regarding dragon cults.

NPCs Introduced:
  • Governor Tarbaw Nighthill (early 60’s human male): Governs Greenest.
  • Castellan Escobert the Red (middle aged shield dwarf male with knotted, tangled, bright red hair): Master of the keep.

PC Notes:
  • None

Session: Episode 006 - Saturday, Sep 15 2018 from 12:00 PM to 6:00 PM
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Tags: Recap
A chance encounter...
Fireseek 22
4pm
You all join up after Baldomero's battle with the Orc Sargent. Slipping through the corridors. To the left, in a corner between two houses, Macross spots an abnormal mass of thick spider webs. He looks closer and it appears that it is swarming with black widow spiders. Pointing this out to the group, everyone continues forward, carefully avoiding the find.

You turn the corner into a narrow alley after leaving the peculiar webs and see a lonely man leaning on a crooked staff. He wears a crumbled brimmed hat.
"My friends. I beg of you to leave this city. This is a bad time and will only get deadlier as the night approaches."
He peers at you, tilting his head.
"Seek the 6th Cairn." He hands you a crumbled piece of paper.
You turn your head to the paper, and like that he is gone...
Above where he stood, on a rooftop, is a filthy raven, watching you, tilting his head back and forth.



Session: Episode 12 - Wednesday, Sep 26 2018 from 9:00 PM to 1:00 AM
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Tags: Encounter
Epic × 2!
But wait! It gets even better!
I just got handed a copper piece by the Beggar Captain. He says, “I feel sorry for you, man!”

I’m getting shit from the Beggar Captain because he thinks I’ve gotten an awful assignment from the Scarlet Guild. A joke at my expense. I will be hearing about this forever......
Session: Episode 11 - Wednesday, Sep 19 2018 from 9:00 PM to 1:00 AM
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Epic!
Keep a low profile, I said.
Well it didn’t last long I can tell you. I said to him, “Keep a low profile, brother.” I should have known better than to assume he’d listen to his boss. Well what do you know but on the jaunt across town he decides to pick the pockets of an Uruk-hai guard Seargent, surrounded by only 20 or so of his subordinates. Why of course, find the poorest paid and toughest bastard out there and try to rob him in front of all his people. How much lower a profile can you get? Now the rookie has been made. He is going to get beat down every time the guard sees him. The one strength the brotherhood can’t afford to give up is anonymity, and there it goes down the sewer.

But wait! It gets even better....

Instead of taking a beating that is well deserved and probably fair, given the circumstances he decides to make a run for it! So Baldomero steps in and blows his cover and publicly challenges the Uruk-hai! Now he’s been made because he beats the Sergeant in public. Yes indeed, fucked again. Middle of an occupied city, trying to build the foundations of a resistance and 2 out of 5 make a public display of themselves.

At first I wondered if the Big Boss was playing a bad joke on me and had saddled me with the worst recruit he had or wanted to get rid of. But no one deserves this kind of impulsive behavior. This is a big favor I am owed for training this guy.
Session: Episode 11 - Wednesday, Sep 19 2018 from 9:00 PM to 1:00 AM
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Epic!
A Roda da Guerra
"...Me deem um instante, preciso de um tempo a sós"

(Me clique)

Afastando-se de mais uma das discussões da Corrente, Aemus pôs-se de joelhos na grama, face voltada para baixo, olhos fechados. Mais uma vez, o fardo de sua missão pesava sobre seus ombros como um grande e imponente martelo.

Lembrava-se de sua cruzada, ainda era clara: como servo de Tempus, precisava fomentar o que aprendera em suas lições como a chamada "Roda da Guerra". O termo lhe trazia lembranças de quando ainda era jovem e inexperiente, ainda se desvinculando de suas impulsividades e descontroles. Sentava com um robe de cor marrom, coberta por uma simples couraça, emprestados a ele desde que foi encontrado com as roupas sujas e rasgadas. Já tinha se curado de seus ferimentos da batalha, mas ainda se sentia perdido em sua vida. Na verdade, sempre fora perdido em todos os seus dias até aquele ponto na história. Encontrava-se sentado num banco de madeira em uma pequena sala de pedra com vitrais avermelhados de desenhos de martelos, enquanto um clérigo lecionava sobre seu novo propósito.

"Jovem Aemus, essa é sua primeira lição. Na verdade, seria tolo dizer isso - você passou um bom tempo ouvindo nossas conversas enquanto mal podia falar, não é mesmo?"
Quem lhe falava era Thaywin, um robe vermelho de Tempus. Usava placas metálicas azuladas de criação élfica, tão élfica quanto a sua pele, totalmente negra. Os cabelos completamente brancos e longos pendiam numa trança cuidadosamente presa até o cóccix, e os olhos brilhavam na luz, as íris em cores intensas de rubi. Seu olhar era penetrante como a espada longa embainhada em sua cintura. Aemus aprendera depois que essa mesma lâmina, quando empunhada pelo drow, dançava tão rapidamente que se misturava aos cabelos de seu mestre, invisível e implacável.
No momento, o "jovem Aemus" olhava confuso para mais um dos membros daquela ordem que salvara sua vida. Ao mesmo tempo, sentia que não tinha mais para onde ir, e se fosse para ficar naquele lugar, pelo menos por um tempo, não faria mal em aprender mais do que já ouvira enquanto estava se recuperando. Acenou com a cabeça em silêncio, devido à falta de saber qualquer outra opção que tinha para resposta, e pela honra de luta fraturada que lhe impedia de proferir palavras.

"Imagino que tenha ouvido falar consideravelmente já sobre a Roda da Guerra, jovem" disse Thaywin. O jovem acenou. "Muito bem, então está na hora de finalmente entender o que ela é, e qual a sua importância no mundo."

O Drow puxou de sua trança um pino preto, adornado com marcas vermelhas - a trança, porém, se manteve perfeitamente estável mesmo sem o objeto. Segurando delicadamente na mão direita, proferiu algumas palavras até que as marcas iluminaram-se e, subitamente, uma imagem projetou-se nos ares, formando a visão de rochas se chocando, lava emergindo aos céus, ventos gritando em fúria. Aemus não estava acostumado a ver magia de tão perto; ninguém em seu lar estaria.

"Isso, jovem, é a criação da terra, dos mares, das árvores, e depois as bestas que vagam por ela. É o que chamamos de Conflito Primordial. Fogo se chocava com Água, Terra se chocava com Ar, Tudo se chocava com Nada. E assim surgiu o mundo, através do conflito. Esse conflito ainda existe em todos os lugares, entre todos os seres, nas mais imperceptíveis reações. Nascemos porque rompemos o conforto do útero de nossa mãe; ficamos doentes porque nossos corpos perderam uma batalha contra a natureza, e nos curamos naturalmente porque vencemos a guerra seguinte e triunfamos; por fim, lutamos porque algo há de se ganhar com essa luta. Sempre há algo a se ganhar com a luta, jovem Aemus, aparentemente você sabe disso muito bem."

“Dinheiro, bebida, comida, prazeres, respeito...sobrevivência.” Aemus não diria isso em voz alta, mas concordava com o drow.

“Muito bem. Dessa forma, o que você fazia era mover a Roda da Guerra, sem dúvida alguma, apesar de numa proporção extremamente insignificante.” Disse Thaywin. Ouvir a insignificância de sua existência fez Aemus apertar os dentes - uma pontada de orgulho ainda rugia dentro dele. Seu professor claramente notou isso, mas à frustração maior ainda do garoto, simplesmente fez questão de ignorar, continuando sua lição.

“Não conheço sua vida intimamente. O que sei é como encontramos você, como estava seu corpo, os poucos boatos sobre um ‘rei dos pobres’, e como Selgaunt pode ser um lugar difícil para alguns. Se minha intuição e informação estiverem corretas, você realmente é o órfão Aemus, rei pobre de Selgaunt. Brigando para conseguir tudo que tem, fazendo amigos pouco confiáveis, desrespeitando a lei de Sembia, vencendo as batalhas que podia, e não parando de brigar mesmo quando o outro virava as costas para ir embora. Parece que finalmente perdeu uma batalha de uma vez por todas, e estaria morto se não fosse por nós.”

Mais uma vez, Aemus continha sua frustração de ter a maior derrota de sua vida esfregada em sua cara mais uma vez, como a lama misturada com sangue quando foi largado fora da cidade para ninguém encontrar. Não sabia o nome de seu assassino, apenas que era um mercenário. Sentado com os punhos cerrados no colo, continuou ouvindo em silêncio as palavras cortantes do drow.

“Imagino que você tenha achado que seria fácil - mais uma luta que, se você perdesse, era só virar o punho em outra hora que ele não estivesse esperando. Mas ele era grande demais, forte demais… inescrupuloso demais. Não era de Selgaunt nem de perto de lá, não lhe conhecia nem respeitava, estava cagando e andando pra quem era o ‘rei dos pobres de Selgaunt’.” As palavras doíam no âmago de Aemus tanto quando os socos e ossos quebrados que sentira em todo seu corpo. “Deve ter sido humilhante, mas foi um movimento burro. Você não fazia a mínima ideia de quem era o homem, e estava acostumado com a vitória e seu status.”

O jovem tornava seus olhos em fúria, os punhos pensando em onde acertariam o drow idiota. Na cara? No estômago? Talvez na boca, para ele não falar mais nada de uma vez por todas. Ele ainda continuava falando, e isso o irritava.

“Seja lá o que você tivesse conquistado em sua vida, Aemus, tudo se perdeu. Você não tem mais o respeito de seus duvidosos amigos, nem da comida e bebida que ganhava de apostas, nem mesmo o lar que supostamente tinha nas ruas de Selgaunt. Você perdeu, tudo por causa de uma burrice.”

“Você perdeu porque podia ter pensado mais.”

“Você perdeu porque queria aumentar seu ego.”

“Você perdeu porque não sabe lutar direito.”

Em um instante, o jovem Aemus ergueu-se do banco onde estava, jogando-o para trás e impulsionando-se para cima do drow que o humilhava. Sabia que não era capaz de lutar rapidamente, mas se acelerasse o suficiente, poderia pegá-lo de surpresa. Um golpe, era isso que precisava. Preparou o punho direito com todo o impulso de seu corpo e arremessou-o num berro contido por dias de viagem e humilhação e orgulho ferido.

Para sua surpresa, Thawyin notou claramente o seu golpe, desviando-se para o lado com a sutileza de uma sombra. Controlando-se para não acertar a parede, Aemus rolou no chão e acertou as pedras com as costas, querendo buscar o impulso do baque em seu próximo golpe, dessa vez um gancho esquerdo. Porém, seu soco foi facilmente aparado pela mão do drow, afastando os punhos do jovem de seu rosto. Em desespero, Aemus lançou mais um soco com a outra mão. Não conseguiu perceber quando o pulso foi segurado em um gesto maestral, e quando notou o que estava acontecendo, seu corpo inteiro estava sendo arremessado por cima das costas de Thaywin sem absolutamente nenhuma dificuldade.

(Música)

Algum tempo se passou, não sabia quanto, de seu corpo no chão. Notou, porém, no instante que abriu os olhos, que seu vencedor estava olhando para ele, exatamente da forma que o largou quando caiu. Um detalhe havia mudado, porém - Seu olhar ainda penetrava sua alma, mas a força dos olhos se quebrava com um sorriso tímido, mas terno. Para o descontentamento de Aemus, Thaywin não o esperou levantar do chão para voltar a falar.

“Você luta bem, Aemus. Mas é confiante demais.”

Thaywin estendeu a mão para o jovem, que ainda estava incrédulo e atordoado o suficiente para não processar o que estava vendo. Ainda com a mão estendida, o drow continuou discursando.

“Tenho fé que o Foehammer o trouxe aqui nesse momento por um motivo, da mesma forma que levou meus irmãos a encontrá-lo semi morto em Selgaunt. Repito que não sei de sua vida de verdade, o que o levou a lutar contra aquele que o derrotou, e o que te fez ser esse espírito da luta, mas sei que sua vida está longe de acabar nesse momento. Você cumpriu um propósito na Roda da Guerra, Aemus, você lutou, e o conflito dessa luta o transformará para sempre. Levante, guerreiro, há em você uma força capaz de destruir tudo que encontrar, e dessa destruição, recriar o mundo de novo e de novo e de novo. No tempo certo você vai saber quando destruir, e quando calar suas armas. Agora, eu repito: levante-se, Aemus. Ou deveria chamá-lo de irmão?”

Olhando para o rosto sereno de Thaywin, Aemus segurou sua mão e levantou-se. Sabia que poderia puxá-lo e continuar a luta, mas não o fez.
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