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You wanna live forever?
Who wants to live forever? Apparently, not Mirilda as she gave up her opportunity. Well, not exactly living forever, but the chance to possibly double her life span.

She had been carrying around that longevity potion and thought about it. Would she really want to outlive her friends? As a half-elf, Elaren would probably have outlived her even with the use of the longevity potion. However, he was living without the love of his life and it still weighed on him. So many of the Unchained have already fallen, but that was in battle during adventures. It was a risk they all have taken knowingly. Mirilda mourned their loss but knew that was part of the life they all chose.

However, watching her friends, her family, grow old and feeble while she had the ability to reverse time with her potion just seemed wrong. She is not sure if she could bear seeing Boudica with wrinkles etching her beautiful face, or Blaze not being strong enough to lift his sword, or any of the Unchained withered and weak with age while she could be young again.

Many would have treasured that potion, but Mirilda truly had no interest in it. Maybe ten or 20 years from now she may regret trading it away but protecting the Unchained now seemed more important. Plus, what good does a longevity potion do if you do not live long enough to use it.
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Just a Little Tear
“Do something, you fucking pygmy mouse!”

“Leave him alone!”

“Run!”

“What an idiot.”

“He can’t help it.”

And I can’t. Everyone is yelling and cursing and giving it everything they’ve got, and all I can do is stand there and stare. Easily four men tall, with a head the size of a bear, this is the most astonishing creature I have ever seen, and I just fought another giant in the water. A mal-formed dragon? A lizard? A giant lizard maybe? It’s teeth are the size of my forearm. Why are its arms so short? He’s roaring like an angry two-year-old, snapping at us like a turtle, and narrowly misses crushing each body to death as he stomps between us, destroying the jungle.

“C’mon Elaren,” Blaze yells, gesturing.

“But…”

“Now!” he commands, and casts Finger of Death at the magnificent beast, though I’m guessing he’d rather hit me with it right now.

Reluctantly, I cast as well, and we watch as our spells have no effect except to enrage the hulking mass of teeth and anger. We have just enough time to exchange an anxious glance before I’m caught up in its jaws, whipping through the air. I am immediately limp, as surely every bone from knees to neck are crushed, and I can see my own blood showering my friends below.

Boudica, bless her scantily-clad heart, casts dimension door, and I am crumpled in a pool of blood, out of reach. She is thanked for her efforts by being swallowed whole. There is a moment of utter stillness and quiet, and then the others seem crazed in their attack. We only just got her back, and they’ll not be letting her go without a fight to the death.

Feeling foolish that I thought the beast would return my admiration, I heal myself in preparation to enter the fray, but the others make swift work of bringing him down and disemboweling him, allowing for the reemergence of a rather tattered-looking Boudica.

I stagger over and clumsily grope at Boudica’s top, mumbling, “You got a little tear there in your top, right where your…”

“Shut up.”
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Beetle mania
This must be what beetles feel like. Absolutely everything is bigger than me. Just now I chopped through a blade of grass thicker than my thigh. Too bad I can’t skitter over the top of everything like an actual beetle. Or eat my way through the forest, that would be even better. Leave a trail of chewed up greenery. I’d definitely be a black beetle, shiny and cool, with long pincers out front, hey! My whole body would be actual armour, my head an awesome weapon. How many legs do beetles have? I’d be so fast! No one could catch me. I could slide into a ridge in the bark of one of these big old trees and hang out, maybe stick a pincer out once in a while and bite someone passing by. Then slip back in real quick, ha! Sip drops of water off the leaves. Hide in the shadows so big hungry birds don’t mistake me for a snack. Hang out with my beetle friends down in the moss, a band of beetles, that’s right. Talking about the fine lady beetles. This jungle wouldn’t be half so bad if I was a beetle.
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Epic!
Matando a saudade daquele 7x1
“Era verão. E as folhas sabiam. O solo coberto de gravetos era crocante sob os pés. Aguardara ansioso os catorze anos. Era a primeira vez que meu avô podia me levar para caçar com ele. Não sem muita relutância dos meus pais. O céu estava claro. O velho caminhava a passos largos ao meu lado, e meu tipo ‘atlético’ se esforçava para manter o passo.

Caminhamos até uma clareira e meu avô se agachou atrás de um tronco caído, fazendo mira. Sinalizou para que eu me aproximasse, me olhou nos olhos. ‘Filho, tem poucas coisas realmente prazerosas na vida. Algumas delas você ainda está um pouco novo para conhecer…’ o velho mantinha um olho na mira, claramente sem focar em nada. Depois, prosseguiu com tom grave. ‘Mas uma delas acontecerá hoje.’

Um pouco mais à frente uma raposa se alimentava da carcaça de um corvo. ‘Vovô, você não acha um pouco injusto?’ As sobrancelhas grossas se arquearam e o queixo enrugou. ‘Digo, nós temos uma arma bem grande… se ao menos fosse um leão…’ Vovô afastou ligeiramente a arma, ponderou e me disse em tom amargo. ‘A segunda coisa que você vai aprender hoje, filho: a vida não é justa. Infelizmente, para essa raposa, os leões tem a sorte de morar na região mediterrânea, e não é tão fácil chegar lá de carro. Você nunca sabe o que pode acontecer. Nós nos entregamos à nossa própria sorte. Não temos muita escolha. Espero que essa coitada saiba correr, porque se depender da sorte…’ Respirou profundamente ‘Geralmente as coisas dão errado, mas de vez em quando…’

Interpelei sem muito ânimo: ‘‘De vez em quando’ quer dizer ‘frequentemente’ ou é como quando minha mãe diz que vou poder caçar com você?’ Vovô arfou. ‘Com certeza não é ‘frequentemente’... mas aqui estamos nós, não é mesmo?’ Ele sorriu de leve. ‘Vem, filho, vamos fazer isso juntos.’ Tomei meu posto entre ele e a arma. ‘Apoie no tronco. Cuidado, lembre do treino, não é uma arma de chumbinho, essa garota tem coice. Essa parte vem aqui no ombro. Isso. Agora olha por aqui… consegue vê-la? Bem no centro da mira?’

A pobrezinha estava quase terminando sua última refeição, uma versão minimalista da Santa Ceia. ‘Vovô, eu não sei se quero fazer isso…’ Ele se aproximou do meu ouvido. ‘Ela não vai sofrer, eu prometo. Você precisa confiar mais, filho. Confie na raposa, ela é ágil, sabe se virar. Confie na sorte, é inevitável. Confie em mim. E, mais importante, confie em você.’ Vovô puxou o ferrolho. Um leve *Clack* preparou o dispositivo. A raposa ergueu a cabeça de sobressalto. Ele pressionou meu dedo sobre o gatilho.


POW!


Quando abri os olhos, ela não estava mais na mira, terminava de se esconder em algum arbusto ao fundo. Levantei a cabeça, surpreso. Vovô estava sorrindo ao meu lado. ‘Balas de festim. Você parece aliviado.’ Ele riu. ‘Poucas coisas são realmente prazerosas na vida, filho. Uma delas é saber que seu neto é uma alma generosa e que ele confia em você acima de tudo.’

FIM



“Will, você já tem quase doze anos, realmente precisa começar a matar seus personagens.” A crítica da mãe era sempre a mais severa. Bom, pelo menos a mais severa que Will levava em conta. “Lysa, querida, você viu onde está aquela abotoadura das iniciais? Ah, o Will escreveu outra dessas? É o que dessa vez? Conto, crônica, simbiose incompreensível de composições imagéticas fracas? Ele puxou isso do seu lado da família.”

O pai tirou o papel das mãos dela e passou os olhos por alguns segundos. “Uma raposa cúprea em um fundo verde pastel, que previsível… qual a próxima, azul e laranja?” Will mantinha um sorriso impassível. Agradava-lhe muito ser um estorvo ao pai. Melhor do que ser Judas, ele era a própria Cruz.

“John, por favor, não comece, temos que sair hoje ainda!” O pai se retirou, amassando o papel e o arremessando a um canto da sala. “Bom, Will, você já está grandinho, sabe se cuidar sozinho. Em todo caso, Abelia estará aqui caso precise de algo. Mas, falando sério, Will, o mundo não vive apenas de finais felizes, tente escrever uma cena de morte convincente. E eu não me refiro àqueles sonhos desvairados. Vou precisar correr. Beijos, querido.”

Will sabia que a vida não é só de finais felizes. Na verdade, finais felizes ocorrem apenas “de vez em quando”, e “de vez em quando” definitivamente não quer dizer “frequentemente.” O mundo está cheio de finais não-tão-felizes. Principalmente o mundo de dele. Will não entendia qual era a graça de escrever sobre eles… Mas se os pais insistiam em uma morte convincente, não custava tentar.

Will se esticou para alcançar uma nova folha pautada e começou a escrever. A morte mais convincente e vívida que podia imaginar. Uma que já tinha imaginado e ensaiado milhares de vezes.


“Saímos para caçar. Apenas eu e meus pais. Saí para caçar, apenas eu. E meus pais...
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Silvarn
Posted by the GM
The Tomb of Dreams
Episode 2.22
Hiemal -- The Circle remains divided

1) Kagirinai, Bright Shadow, and Kumasi travel with the Mnemon group to Heartvale. Along the way, they meet with Niveans who are enthused about the words of the new High Priestess. Kalin puts them in their place. Shadow bids her farewell and departs, in bird form, to Braebrecken.

2) Bright Shadow and Taiphen investigate the Fae Prince known as Fear-Eater. A fearsome figure himself, they discovered that he was training soldiers in Braebrecken's defense--at the cost of a beautiful youth once a month. They waited until the New Moon, then intercepted his ritual. Shadow bound him to a mortal form, and the two of them coerced Fear-Eater to join them.

3) Northern Light and Syndoriel marched toward Maidenstar, gathering a mighty army of Niveans on their way. Syn sped ahead in order to intercept the Icewalker advance party.
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